O que é
Ser obeso signifca ter uma quantidade de gordura tão grande em seu corpo, que isso coloca sua vida em risco. O excesso de gordura pode levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, doenças do coração, pressão alta, artrite, apnéia e derrame. Por causa do risco envolvido, é bom que você perca peso mesmo que não esteja se sentindo mal agora. É difícil mudar seus hábitos alimentares e fazer exercícios. Mas, se você planejar, pode conseguir.
Como posso saber se sou obeso?Você pode usar uma medida chamada Índice de Massa Corpórea (IMC) para verificar se o seu peso está num nível perigoso para sua saúde. O IMC é uma combinação de altura e peso. Se você tem um IMC maior do que 30, seu peso extra coloca sua saúde em risco.
O lugar onde você concentra a gordura pode ser tão importante quanto o peso em si. Pessoas com gordura localizada na barriga, mais do que nos quadris, têm maior propensão a ter problemas de saúde. Nas mulheres, uma cintura de 89 cm aumenta a chance de doenças. Nos homens, o equivalente seria uma cintura de 100 cm. Nas pessoas asiáticas, os problemas começam a surgir com uma cintura menor, de 80 cm para mulheres, e de 90 para homens.
O que causa a obesidade?Quando você ingere mais calorias do que gasta, você ganha peso. O que você come e as atividades que você faz ao longo do dia influenciam nisso. Se seus familiares são obesos, você tem mais chances de também ser. Além disso, a família também ajuda na formação dos hábitos alimentares. A vida corrida também torna mais difícil planejar refeições e fazer alimentações saudáveis. Para muitos, é mais fácil comprar comidas prontas e comer fora. Não há soluções de curto prazo para a obesidade. O segredo para perder peso é ingerir menos calorias do que você gasta.
Faça Atividade Física Regularmente e mantenha uma dieta com muitas frutas, verduras e legumes.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Respeite os limites do seu corpo ao correr...
A empolgação é uma delícia. De repente, você percebe que está evoluindo cada vez mais no esporte e não tem vontade nenhuma de parar. Ao contrário, quer mais, mais e mais. Não são raros os depoimentos de quem se sente assim em relação à corrida.
Mas a lição é só mais uma das tantas que o esporte tem a nos ensinar: é preciso ir com calma se você pretende continuar se exercitando. Seu corpo tem limites e precisa que eles sejam respeitados. A síndrome do supertreinamento (ou overtraining, como chamam os especalistas) traz riscos sérios à saúde. Nos casos mais graves, até a proibição de correr até que a recuperação se complete.
Cada aluno tem características diferentes, portanto suporta sobrecargas diferentes de treino. É preciso ter sensibilidade para observar e graduar a evolução do programa, sem exigir demais de você. O professor ajuda neste processo, distinguindo o esforço que é parte do desenvolvimento daquele que representa uma agressão ao organismo.
Mas a sua própria avaliação é fundamental (veja mais abaixo). No início dos treinos, é bem difícil fazer isso. O corpo está acostumado ao sedentarismo e vai responder aos treinos com dores e cansaço. Normal, não se assuste ou ache que está pegando pesado demais. Com um mês de prática, mais ou menos, esta percepção de si mesmo já vai estar melhor. E, cada etapa, vai ficando mais simples reconhecer e vencer seus limites de forma natural e saudável.
O ideal é sempre começar com uma carga de treino mais leve. À medida que o atleta responde positivamente, há o aumento gradativo, num processo constante. Ora o foco é na velocidade, ora no ritmo, ora ano rendimento e assim por diante. Não faltam desafios ao atleta que deseja progredir.
De qualquer forma, alguns alertas do nosso corpo indicam quando a evolução está sendo feita com sobrecarga EXAGERADA. Notando mais de três mais dos sinais abaixo, vale reavaliar o método de treinamento usado e, quem sabe, retroagir uma etapa. Sua saúde agradece.
- taxas sangüíneas alteradas
- irritabilidade
- insônia
- freqüência cardíaca basal aumentada
- freqüência cardíaca nos treinos aumentada
- falta de apetite
- perda de peso
- cansaço excessivo
- sono excessivo durante o dia
- falta de libido
- ausência ou desregulagem do ciclo menstrual (mulheres)
- dificuldade de recuperação no pós-treino
- contusões e resfriados freqüentes
- dores de cabeça
- sede anormal
- ansiedade
- sudorese aumentada
- depressão
TENHA SEMPRE O ACOMPANHAMENTO ESPECIALIZADO DE UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA SUA CAMINHADA OU CORRIDA E EVITE MAIORES TRANSTORNOS.
Mas a lição é só mais uma das tantas que o esporte tem a nos ensinar: é preciso ir com calma se você pretende continuar se exercitando. Seu corpo tem limites e precisa que eles sejam respeitados. A síndrome do supertreinamento (ou overtraining, como chamam os especalistas) traz riscos sérios à saúde. Nos casos mais graves, até a proibição de correr até que a recuperação se complete.
Cada aluno tem características diferentes, portanto suporta sobrecargas diferentes de treino. É preciso ter sensibilidade para observar e graduar a evolução do programa, sem exigir demais de você. O professor ajuda neste processo, distinguindo o esforço que é parte do desenvolvimento daquele que representa uma agressão ao organismo.
Mas a sua própria avaliação é fundamental (veja mais abaixo). No início dos treinos, é bem difícil fazer isso. O corpo está acostumado ao sedentarismo e vai responder aos treinos com dores e cansaço. Normal, não se assuste ou ache que está pegando pesado demais. Com um mês de prática, mais ou menos, esta percepção de si mesmo já vai estar melhor. E, cada etapa, vai ficando mais simples reconhecer e vencer seus limites de forma natural e saudável.
O ideal é sempre começar com uma carga de treino mais leve. À medida que o atleta responde positivamente, há o aumento gradativo, num processo constante. Ora o foco é na velocidade, ora no ritmo, ora ano rendimento e assim por diante. Não faltam desafios ao atleta que deseja progredir.
De qualquer forma, alguns alertas do nosso corpo indicam quando a evolução está sendo feita com sobrecarga EXAGERADA. Notando mais de três mais dos sinais abaixo, vale reavaliar o método de treinamento usado e, quem sabe, retroagir uma etapa. Sua saúde agradece.
- taxas sangüíneas alteradas
- irritabilidade
- insônia
- freqüência cardíaca basal aumentada
- freqüência cardíaca nos treinos aumentada
- falta de apetite
- perda de peso
- cansaço excessivo
- sono excessivo durante o dia
- falta de libido
- ausência ou desregulagem do ciclo menstrual (mulheres)
- dificuldade de recuperação no pós-treino
- contusões e resfriados freqüentes
- dores de cabeça
- sede anormal
- ansiedade
- sudorese aumentada
- depressão
TENHA SEMPRE O ACOMPANHAMENTO ESPECIALIZADO DE UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA SUA CAMINHADA OU CORRIDA E EVITE MAIORES TRANSTORNOS.
Antes de escolher entre a rua e a esteira, pese as vantagens de cada uma!
Ter um objetivo, como emagrecer ou completar uma prova, também ajuda na decisão.
A escolha por correr na esteira ou na rua implica bem mais do que uma definição de espaço. Apesar dos movimentos idênticos num e noutro lugar, as condições específicas de cada uma chegam a dar impressão de que se trata de esportes diferentes (a ponto de quem corre na esteira não conseguir se desenvolver bem na pista e vice-versa.
A esteira é uma manta de rodagem com velocidade constante, rodando sem parar sob seus pés. Por isso que, para se correr mais rápido em uma esteira, o aluno inconscientemente começa a correr para cima, e não para frente como seria o correto. Dessa forma, o atleta tende a aumentar somente o que chamamos de tempo de vôo (tempo entre uma pisada e outra na esteira).
Mas vale lembrar que a esteira é uma ótima pedida para treinar. Aquece o corpo quando o clima está ruim ou quando o aluno está se recuperando de alguma lesão e precisa de um ritmo lento e constante para que o corpo volte a se acostumar com o esporte neste último caso, é importante verificar se o aparelho conta com um bom sistema de amortecimento, poupando a articulações.
Já a rua é composta por diferentes pisos e fatores externos que interferem no desempenho. A variação nos calçamento exige atenção: o asfalto gera maior impacto nas articulações, mas traz uma resposta mais rápida em termos de velocidade. Correr na terra, na areia batida ou na grama é indicado para quem busca mais amortecimento do impacto. Além disso, esses terrenos trabalham mais equilíbrio, coordenação motora e propriocepção (capacidade de reconhecer os limites do seu corpo, sem precisar de estímulos como a visão ou movimentos de força).
Um treino ideal deve combinar as duas versões, trabalhando na mesma medida todas as habilidades e garantindo a evolução integral do corredor. Mas, melhor do que ficar parado, é experimentar a esteira opção a mais prática para muita gente. Não tem problema com chuva, o piso é mais plano e seguro. Mas note que, se há intenção em participar de competições, os treinos ao ar livre são indispensáveis para de adaptar e ter certeza do seu nível de rendimento.
Com relação ao gasto calórico, não se abale só por isso. A intensidade e a freqüência dos treinos interferem bem mais na queima calórica do que o piso onde você corre. Uma dica para simular alguma resistência do ar na esteira e equilibrar a postura é colocar uma leve inclinação de 0,5% nos treinos de esteira. Tome cuidado com o incremento de inclinações maiores que essa, que podem forçar demais as articulações e sobrecarregar sua coluna.
A esteira é uma manta de rodagem com velocidade constante, rodando sem parar sob seus pés. Por isso que, para se correr mais rápido em uma esteira, o aluno inconscientemente começa a correr para cima, e não para frente como seria o correto. Dessa forma, o atleta tende a aumentar somente o que chamamos de tempo de vôo (tempo entre uma pisada e outra na esteira).
Mas vale lembrar que a esteira é uma ótima pedida para treinar. Aquece o corpo quando o clima está ruim ou quando o aluno está se recuperando de alguma lesão e precisa de um ritmo lento e constante para que o corpo volte a se acostumar com o esporte neste último caso, é importante verificar se o aparelho conta com um bom sistema de amortecimento, poupando a articulações.
Já a rua é composta por diferentes pisos e fatores externos que interferem no desempenho. A variação nos calçamento exige atenção: o asfalto gera maior impacto nas articulações, mas traz uma resposta mais rápida em termos de velocidade. Correr na terra, na areia batida ou na grama é indicado para quem busca mais amortecimento do impacto. Além disso, esses terrenos trabalham mais equilíbrio, coordenação motora e propriocepção (capacidade de reconhecer os limites do seu corpo, sem precisar de estímulos como a visão ou movimentos de força).
Um treino ideal deve combinar as duas versões, trabalhando na mesma medida todas as habilidades e garantindo a evolução integral do corredor. Mas, melhor do que ficar parado, é experimentar a esteira opção a mais prática para muita gente. Não tem problema com chuva, o piso é mais plano e seguro. Mas note que, se há intenção em participar de competições, os treinos ao ar livre são indispensáveis para de adaptar e ter certeza do seu nível de rendimento.
Com relação ao gasto calórico, não se abale só por isso. A intensidade e a freqüência dos treinos interferem bem mais na queima calórica do que o piso onde você corre. Uma dica para simular alguma resistência do ar na esteira e equilibrar a postura é colocar uma leve inclinação de 0,5% nos treinos de esteira. Tome cuidado com o incremento de inclinações maiores que essa, que podem forçar demais as articulações e sobrecarregar sua coluna.
Tenha sempre a ajuda de um Profissional Educador Físico ou Empresa para orienta-lo na frequencia adequada para a atividade, nos intervá-los e periodicidades dos treinos.
MUDANÇA DE HÁBITO É REALIDADE!
Mude seus hábitos diários e tenha uma vida mais longa e saudável. Aqui voce encontrará dicas, textos e noticias que levarão a repensar e a começar uma nova rotina de vida.
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